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Só não aprende quem não quer

Pelo visto as minhas idas ao dojobrasilia tem se mostrado bem rentáveis . Parece não existir um dojo do qual não consigamos extrair um aprendizado maneira. E o último se destacou bastante. A ideia do último dojo era ser uma sessão introdutória sobre como funciona o dojo para algumas pessoas que queriam iniciar seus próprios grupos em outros lugares. Levamos um bolo dessa galera, mas outros bravos guerreiros estiveram presentes. Dentre estes tínhamos duas novatas na área de programação e decidimos usar o dojo para ajudá-las nos primeiros passos dessa caminhada. Após a sessão uma das novatas veio agradecer pela nossa paciência em explicar e pelo aprendizado. Eu tratei de corrigi-la e esclarecer que o aprendizado foi mútuo. É engraçado de se pensar que em uma sessão onde tínhamos 4 desenvolvedores experientes fazendo um problema simples (e velho conhecido) ainda exista espaço para se extrair aprendizado. É muito fácil ver onde os novatos puderam crescer (TDD, codificação,...

WorkChopp Intacto

Olá pessoal! Sou o @andersonfer_ e tô invadindo o blog do Fabricio pra contar sobre um evento muito legal que organizamos na @IntactoSoftware . Como eu ainda não tenho blog (shame on me), pedi permissão pra falar por aqui! Espero que gostem! Depois do #agileBR , todos nós voltamos naquela vontade de distribuir o conhecimento adquirido lá entre toda galera. Então tivemos a ideia de organizar um workshop baseado em uma dinâmica que eu assisti, apresentada pelo Emilio Gutter e pela Alejandra Alfonso . Eu sempre fui muito favorável às dinâmicas, jogos e afins pq acho que têm um poder muito grande de quebrar as resistências das pessoas e fazê-las enxergar os benefícios das metodologias e técnicas ágeis para além dos contextos e projetos em que estão inseridas e consequentemente tentar aplicar esses conceitos no seu dia-a-dia. Optamos por relizar a dinâmica Construindo A Cidade Ágil. Os 2 grupos tinham à disposição papeis coloridos, tesoura e cola pra construir, em 4 sprints de 3 min...

TDD como ferramenta de aprendizado

Na penúltima sessão do DojoBrasilia surgiu a seguinte questão: Será que o TDD não atrapalha no aprendizado de novas tecnologias?  A grande questão girava em torno de que o respeito estrito as regras ao TDD tornariam o aprendizado lento e enviesado. Isso por que você estaria focado em passar o teste o que estaria limitando sua velocidade no aprendizado na tecnologia, bem como a visão do objetivo final. Caso do dojoBrasília No caso da sessão que levantou a questão acho que o principal sentimento de "lentidão" se deve a grande carga de tecnologias novas que estavam envolvidas. Escolhemos iniciar um problema conhecido em não uma, mas várias tecnologias ( Backbone.js , Undescore , CoffeeScript , Jasmine , etc). Ao final da sessão a sensação de pouco avanço era justificada pelo tempo gasto compreendendo as tecnologias em questão. A sessão seguinte não obteve o avanço que muitos esperavam. Mas nela podemos ver como o uso de TDD compensou. Tínhamos apenas 4 cas...

Tirando proveito das redes sociais

Neste post estou postando minha opiniões e experiências pessoais sem referência a pesquisas e conclusões mais robustas ou de maior reputação. Muitos amigos tem brincado comigo devido a minha participação em diversas redes sociais. É engraçado observar tais comentários pois eu sempre fui um " later adopter ". Ainda mais que isso, sempre fui um cara taxado de "anti-rede-social" tendo em vista minha não adoção serviços como orkut ou facebook. A verdade é que cada vez mais existe uma socialização das ferramentas na web. De acordo com uma minha amiga , isso faz parte da gameficação das nossa sociedade. Não sei se isso é um fato, mas é real a tendência daqueles que querem criar uma rede social ou tirar proveito das existentes. Não diferente destes, minha participação das redes é bem focada e busco usar cada uma a meu proveito. Afinal, a vantagem destas ferramentas está em compreender aonde está o ponto de equilíbrio. Na minha visão, cada uma destes serviços lhe ofer...

A experiência de software

Hoje em dia está muito em voga se falar sobre o desenvolvimento de produtos e serviços de software. Sendo assim as iniciativas e startups estão alta. Mas para quem está no mercado de Brasília (e de alguns outros centros do país) como eu, sabe que a prestação de serviços nas famigeradas "Software Houses" ( me recuso a chamar de Fábricas de Software ) é bem comum. Porém, este trabalho costuma ser renegado ou, como eu vejo, tratado sob um ponto de vista um pouco equivocado. Uma fábrica de software artesanal Onde se enganam tais pessoas é em que elas estão vendendo. Muitas empresas acreditam, de fato, que vendem software. Eu porém digo que isso é não de todo verdade. Se você é um prestador de serviços e constrói software sob demanda, você não vende apenas o software. Aqui não me refiro aos milhões de outros "artefatos" que são empurrados goela abaixo entregues aos nossos clientes. O que vejo é que vendemos algo que não está limitado ao software que vai pra mão (ou se...

Você tem o direito de errar

É incrível como somos treinados desde cedo a observar nossos erros como algo extremamente ruim. O mundo a nossa volta nos incita a nos envergonharmos desles. Na escola, aprendemos a nos distanciar dos colegas repetentes e de média baixa. O garoto que não conseguem jogar futebol acaba por abandonar a educação física. Com o tempo, descobrimos que o melhor a fazê-los é esconder, fingir que não estão lá ou até mentir. Infelizmente, tais caminhos nos tiram das possibilidades que nosso erros nos proporcionam. Afinal, se errar é humano, negar tais erros deve nos privar de um experiência humana mais rica. A criatividade em prol de nosso ego. É no mundo corporativo que a nossa aversão a errar fica mais clara. É comum em entrevistas de emprego, ou em discussões de trabalho, não se encontrar referências aos erros do proponente. Por outro lado, os erros dos demais são sempre mais claros e expostos. Na minha crença pessoal, vejo que nós nos defendemos de nossos erros com medo qu...

Minha experiência no Dojo Brasília

Como programador este ano foi muito divertido pra mim. Afinal, foi em janeiro que eu comecei a frequentar o  Dojo Brasília . Uma experiência muito rica pra mim que decidi compartilhar um pouco aqui. O convite inicial me foi feito pelo Ian na primeira semana do ano. Eu não topei de início pois não sacava muito a idéia por trás do  coding dojo . Por fim, acabei indo na minha primeira sessão no final de janeiro na qual participei da codificação do Campo Minado . A experiência foi tão boa que acabei viciando. Cheguei, inclusive, a evangelizar um pouco da idéia junto ao Rolim durante a semana de extensão da UnB . Agora o ano se finaliza e chega a hora de fazer uma super retrospectiva de como foi essa experiência. A primeira coisa que me agregou no Dojo foi a experiência de codificar em equipe. Certamente esta é uma oportunidade sem igual. Colocar suas idéias junto as dos demais, isto em um contexto onde todas são analisadas sem filtros, gera uma oportunidade ...