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Mostrando postagens com o rótulo dojo

Comunidade é bônus

A algumas semanas atrás meu amigo Coisa Estranha falou sobre a sua tristeza de ver algumas comunidades não florecerem. O comentário dele é um complemento ao que o Henrique Bastos já disse certa vez sobre o mesmo assunto. Eu queria colocar um pouquinho da minha opinião sobre o assunto. Acho que qualquer pessoa que tenha caído neste texto vai concordar que as comunidades são, em sua maioria benéficas. Considero como auto-evidente que elas trazem grande crescimento e força para quem faz parte e colabora com o ecossistema. Afinal, se uma comunidade não lhe faz bem, você está sempre livre para deixá-la. http://www.flickr.com/photos/wilfredpaulse/ Independente dos benefícios, as comunidades tem objetivos. Muitas vezes eles não são claros, outras vezes são bem estabelecidos. Mas o fato é que eles são o resultado dos objetivos pessoais de cada um que faz parte da comunidade. Estes podem ser distintos, mas para que o conceito de grupo exista, devem convergir. É nesse ponto que eu ...

Workchopp II - Qualidade de Código

É isso aí, não satisfeitos de combinar Empresa, Sabado e Cerveja uma vez, decidimos repetir a dose. Tudo bem que o workchopp foi dia 15/10 e estou atrasado, mas a experiência vale ainda. Nesse segundo workchopp queríamos juntar a galera de desenvolvimento em prol da qualidade do nosso trabalho. Foram escolhidas então atividades que pudessem trabalhar a nossa visão em cima daquilo que fazemos. Atividade 1: A primeira atividade foi o gildedrose em Java . Dividimos os participantes em duplas e fizemos três rodadas da seguinte maneira:       Primeira Rodada            Cada dupla teve 5 minutos para ler e estudar o código. Depois cada dupla teve 10 minutos para trabalhar na melhoria da qualidade do código. Ao final nos reunimos e fizemos uma retrô rápida de 10 minutos. Todos acharam 10 minutos muito pouco e nada foi alcançado em cima dos códigos.       Segunda Rodada            Pilotos ...

Só não aprende quem não quer

Pelo visto as minhas idas ao dojobrasilia tem se mostrado bem rentáveis . Parece não existir um dojo do qual não consigamos extrair um aprendizado maneira. E o último se destacou bastante. A ideia do último dojo era ser uma sessão introdutória sobre como funciona o dojo para algumas pessoas que queriam iniciar seus próprios grupos em outros lugares. Levamos um bolo dessa galera, mas outros bravos guerreiros estiveram presentes. Dentre estes tínhamos duas novatas na área de programação e decidimos usar o dojo para ajudá-las nos primeiros passos dessa caminhada. Após a sessão uma das novatas veio agradecer pela nossa paciência em explicar e pelo aprendizado. Eu tratei de corrigi-la e esclarecer que o aprendizado foi mútuo. É engraçado de se pensar que em uma sessão onde tínhamos 4 desenvolvedores experientes fazendo um problema simples (e velho conhecido) ainda exista espaço para se extrair aprendizado. É muito fácil ver onde os novatos puderam crescer (TDD, codificação,...

TDD como ferramenta de aprendizado

Na penúltima sessão do DojoBrasilia surgiu a seguinte questão: Será que o TDD não atrapalha no aprendizado de novas tecnologias?  A grande questão girava em torno de que o respeito estrito as regras ao TDD tornariam o aprendizado lento e enviesado. Isso por que você estaria focado em passar o teste o que estaria limitando sua velocidade no aprendizado na tecnologia, bem como a visão do objetivo final. Caso do dojoBrasília No caso da sessão que levantou a questão acho que o principal sentimento de "lentidão" se deve a grande carga de tecnologias novas que estavam envolvidas. Escolhemos iniciar um problema conhecido em não uma, mas várias tecnologias ( Backbone.js , Undescore , CoffeeScript , Jasmine , etc). Ao final da sessão a sensação de pouco avanço era justificada pelo tempo gasto compreendendo as tecnologias em questão. A sessão seguinte não obteve o avanço que muitos esperavam. Mas nela podemos ver como o uso de TDD compensou. Tínhamos apenas 4 cas...

Minha experiência no Dojo Brasília

Como programador este ano foi muito divertido pra mim. Afinal, foi em janeiro que eu comecei a frequentar o  Dojo Brasília . Uma experiência muito rica pra mim que decidi compartilhar um pouco aqui. O convite inicial me foi feito pelo Ian na primeira semana do ano. Eu não topei de início pois não sacava muito a idéia por trás do  coding dojo . Por fim, acabei indo na minha primeira sessão no final de janeiro na qual participei da codificação do Campo Minado . A experiência foi tão boa que acabei viciando. Cheguei, inclusive, a evangelizar um pouco da idéia junto ao Rolim durante a semana de extensão da UnB . Agora o ano se finaliza e chega a hora de fazer uma super retrospectiva de como foi essa experiência. A primeira coisa que me agregou no Dojo foi a experiência de codificar em equipe. Certamente esta é uma oportunidade sem igual. Colocar suas idéias junto as dos demais, isto em um contexto onde todas são analisadas sem filtros, gera uma oportunidade ...