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Mostrando postagens com o rótulo Intacto

Meu espaço de Trabalho

Estava eu a acompanhar o blog do  Daniel Wildt  e me chegou  este post  sobre estações de trabalho. E entrando no assunto sem ser convidado, decidi deixar minha contribuição com o assunto (que me parece ser  recorrente  no  mundo de TI ). Acima está a visão da minha área de trabalho e como no  post do Daniel , seguirei uma estrutura em 6 partes: (1) : Eu não tenho biblioteca na minha mesa. Acho que isso seria um grande desperdício de espaço e normalmente tudo que eu preciso consultar é digital. (2) : Eu não gosto de porta retratos na mesa. Como já dizia  Seinfeld  "Por acaso estas pessoas esquecem de suas famílias?". Mas a minha pequena Liga de Bonecos Sem Limites me faz uma boa companhia. (3) : Não tenho um painel motivacional na mesa. Mas a empresa tem vários quadros espalhados e eu tenho uma impressão do seguinte cartoon colado no meu porta trecos. (4) : É bem explícito que eu trabalho exclusivamente com o meu noteboo...

Academia versus Mercado

Quando um aluno de nível superior finaliza seu curso [1]. Ele é confrontado com uma decisão bastante importante sobre seu futuro: Seguir carreira acadêmica ou no mercado [2]. A maior parte dos formandos se vêem tentados por seguir a segunda opção ao passo que a primeira ainda é tratada quase como um celibato. Sendo eu uma pessoa que escolheu seguir ambas as carreiras de maneira simultânea [3] gostaria de expor um pouco das minhas idéias acerca do assunto e por que eu acho que ambas são bem complementares. Ambas as opções tem por objetivo o casamento entre problema e solução. Apesar disto o que temos é que nossas ações de mercado são mais voltadas para o problema que para a solução. Isso é muito bom àqueles que tem sede de encarar a realidade de fato. No mercado você enfrentará problemas reais de clientes reais. Aqui o prazer está em colocar software que funciona na mão do usuário. Porém a solução é normalmente apenas uma ponte e, por mais que tentemos colocá-la em um pedestal, ela ...

Suporte para Celular

É engraçado de se pensar que, em 3,5 anos de blog, o post mais acessado do site é o sobre o Suporte para Notebook . Sozinho ele tem quase 3 vezes mais acesso que o segundo colocado. Até hoje eu não sei dizer o por que deste efeito. Apesar disto me orgulho bastante daquele post, afinal além de ter superado minha falta de coordenação motora, ainda cheguei num resultado satisfatório. Já se passaram 2 anos e ambos os suportes se mostram em perfeito estado até hoje. Pois bem, mas por que ressuscitar este assunto? Na Intacto temos um amigo oculto um pouco diferente, onde cada um tem que fazer seu presente, usando o máximo a sua criatividade. Como eu tirei o Fernando Aguiar , um cara fã de software livre (isso temos em comum). Por isso decidi tentar uma evolução do projeto inicial do Suporte de Notebook (que é aberto e disponível a todos) que elaborei junto ao Marcelo Bassani . Nesta segunda versão usei o Papel Pluma, que apesar de seu valor bem acima que o Paraná (usado anteriorm...

Workchopp II - Qualidade de Código

É isso aí, não satisfeitos de combinar Empresa, Sabado e Cerveja uma vez, decidimos repetir a dose. Tudo bem que o workchopp foi dia 15/10 e estou atrasado, mas a experiência vale ainda. Nesse segundo workchopp queríamos juntar a galera de desenvolvimento em prol da qualidade do nosso trabalho. Foram escolhidas então atividades que pudessem trabalhar a nossa visão em cima daquilo que fazemos. Atividade 1: A primeira atividade foi o gildedrose em Java . Dividimos os participantes em duplas e fizemos três rodadas da seguinte maneira:       Primeira Rodada            Cada dupla teve 5 minutos para ler e estudar o código. Depois cada dupla teve 10 minutos para trabalhar na melhoria da qualidade do código. Ao final nos reunimos e fizemos uma retrô rápida de 10 minutos. Todos acharam 10 minutos muito pouco e nada foi alcançado em cima dos códigos.       Segunda Rodada            Pilotos ...

Você tem o direito de errar

É incrível como somos treinados desde cedo a observar nossos erros como algo extremamente ruim. O mundo a nossa volta nos incita a nos envergonharmos desles. Na escola, aprendemos a nos distanciar dos colegas repetentes e de média baixa. O garoto que não conseguem jogar futebol acaba por abandonar a educação física. Com o tempo, descobrimos que o melhor a fazê-los é esconder, fingir que não estão lá ou até mentir. Infelizmente, tais caminhos nos tiram das possibilidades que nosso erros nos proporcionam. Afinal, se errar é humano, negar tais erros deve nos privar de um experiência humana mais rica. A criatividade em prol de nosso ego. É no mundo corporativo que a nossa aversão a errar fica mais clara. É comum em entrevistas de emprego, ou em discussões de trabalho, não se encontrar referências aos erros do proponente. Por outro lado, os erros dos demais são sempre mais claros e expostos. Na minha crença pessoal, vejo que nós nos defendemos de nossos erros com medo qu...

Diga não aos Chefes

O Texto a seguir foi enviado por mim a lista interna na empresa recentemente. Achei válido compartilhá-lo, pois sempre fui averso a visão feudal do chefe roteador de emails e planilhas. Vamos começar analisando o conceito clássico de "chefe". Tipicamente o chefe é o cara engravatado que passa o dia em um escritório atrás de uma bela mesa, ele tem uma secretária (as vezes nem tão bela) e ele opera em 2 sentidos. No 1º sentido, o chefe recebe diretrizes de cima, e repassa estas as pessoas abaixo. No 2º sentido, o chefe cutuca as pessoas abaixo dele, elabora algumas planilhas e envia estas acima. Tudo bem, é uma visão simplista e bem antiquada, mas muito "chefe" (chame de supervisor, gerente, etc) opera bem próximo disto, muitos não fazem muito mais do que receber objetivos, delegar tarefas, rotear emails e elaborar planilhas. No fim, só mais uma peça em uma grande engrenagem. Para muitos isso parece funcionar bem, trabalhar 8x5, receber suas tarefas, digitar-dig...

Quem conta um Ponto, Aumenta um Conto

Bem, hoje o assunto é ponto de função , e como tem se tornado nos poucos post, começarei com uma historinha minha dentro da área. Eu estudo ponto de função a 2 anos. Do início dos meus estudos em PF até começarmos a utilizar esta técnica na empresa foram 2 meses. Antes do ponto de função, nossa estimativa era bastante empírica, utilizávamos nossa experiência e estimávamos no "olhômetro" cada funcionalidade ou caso de uso do sistema. Nem preciso dizer que em 2 anos, após começar a utilizar o PF já temos uma pequena base histórica da nossa produtividade, nossas taxas de erros de previsão e diversos fatores que influenciam em nossos projetos. O que vale ressaltar aqui é que com as informações desta base de dados, juntamente com a experiência adquirida, hoje nos é possível prever e orçar com muito mais certeza um projeto. Mas não foi pra ficar falando dos benefícios da APF que eu vim discutir hoje, meu ponto hoje é o papel e o uso da APF no mercado hoje em dia. Desde que iniciei ...

Let's Agile UP

Então finalmente eu fui pro lado Agile da força. Na verdade isso era inevitável, só faltava o impulso final para decolar. Mas antes, vale contar a história. Em novembro do ano passado foi-me atribuída os cargos de Diretor de TI e Diretor de GQ ( Garantia de Qualidade ) dentro da Intacto . Abrindo um parêntese, para quem não sabe a Intacto é a empresa da qual faço parte e sou sócio fundador a mais de 3 anos. Por trás destes nomes pomposos estava embutida duas vontades da empresa: Primeiramente, formalizar e aprimorar o controle sobre o processo de desenvolvimento nas duas principais áreas da empresa (Fábrica de Sofware e TV Digital) e aumentar a qualidade dos produtos gerados pela empresa. Sob esta responsabilidade (juntamente com a liderança de um grande projeto que estava à meu encargo) tivemos o início da implantação de algumas políticas de controle dentro da empresa. Estas políticas foram benéficas e trouxeram um maior grau de controle para os líderes dos projetos, e uma maior visi...