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Dojo Day Brasília 1ª Edição

Já fazem 5 anos que faço parte do Dojo Brasília , uma galera maneira com a qual tenho aprendido muito e feito bons amigos. Nos últimos anos, as mudanças de horizontes de alguns membros acabaram por tornar as sessões mais raras, mas nem por isso inexistentes . Foi com o intuito de movimentar essa galera, e chamar novas pessoas que no último sábado (11/04/2015) tivemos a primeira edião do Dojo Day Brasília. Foram quase 50 pessoas com os mais variados níveis de experiência. Tínhamos desde iniciantes, assustados de mostrar seu código a frente dos outros até experientes praticantes de TDD e outras boas práticas. Tivemos diversas linguagens e problemas diferentes sendo resolvidos, o que só aumentou as experiencias sendo trocadas. Esse tipo de evento é a maior prova de como uma comunidade não exige muito mais que algumas respostas afirmativas pra seguir em frente. Tudo que foi preciso foi convidar alguns amigos da velha guarda do Dojo Brasília ( Flávio Alves , Júlio Protzek , Bruno...

Que Podcasts estou ovindo agora?

UPDATE: De tempos em tempos atualizo essa lista para fins de histórico e referência. Eu deveria estar falando de livros, afinal eles passam uma maior impressão de cultura certo? Mas os livros que eu leio e a minha opinião sobre eles já existe em um lugar da internet . Eu devia então falar dos blogs que eu sigo, mas nas 10 categorias do meu feedly existem mais de 300 feeds cadastrados. O que daria trabalho demais pra compartilhar aqui. Fora que meu twitter já serve bem pra divulgar os blogs que eu mais curto. Pois bem, podcasts estão em alta. São mal vistos por uns e adorados por outros. Para mim, eles são uma referência de eficiência. Comecei a ouví-los no caminho pro trabalho, trocando aquele "tempo perdido" pela aquisição de informação e entretenimento. Com o tempo comecei a ouvi-los nas corridas e exercícios diários, permitindo que eu tivesse cada vez mais tempo para ouvir mais conteúdo. Pois bem seguindo os moldes que o Andre Faria e o pessoal do Basecamp já ...

Arquitetura evolutiva no Qual Canal

Ontem eu falei de Arquitetura Evolutiva , então nada melhor que dar um exemplo de como isso já ocorreu comigo na prática. Já que nos últimos anos estive trabalhando no Qual Canal , vou usá-lo como exemplo, mas isso já aconteceu comigo em diversos outros sitemas e serviços. Para quem não conhece, o QC é uma ferramenta que fornece inteligência em cima dos comentários presentes nas redes socias sobre programas de televisão. Quando comecei no projeto ele já possuía um código existente. Consistia em um protótipo feito pelo Farinha e Anderson para experimentar como tratar os dados do twitter . Este protótipo já realizava a coleta de dados, inseria em uma base MySQL e gerava um ranking , usando Django . Para quem conhece um pouco de processamento de Big Data sabe que essa não é uma arquitetura ideal esse tipo de serviço. Talvez para alguém mais versado no meio, a primeira decisão seria de jogar esse protótipo fora e começar algo mais robusto. Porém, esse protótipo atendia perfeitame...

Arquitetura Evolutiva tem que respirar

Uncle Bob é um grande defensor da filosofia em que o desenvolvedor deve adiar ao máximo as decisões que criam amarras ao seu código. Esta é considerada prática já estabelecida quando estamos tratando de componentes externos como Bancos de Dados (por mais que alguns não consigam seguir essa filosofia), mas o que Robert quer é ir além, onde nosso código tenha o mínimo de dependência tanto de ferramentas, frameworks até mesmo a  nossa arquitetura de deploy . "A good architect defers the decision about how the system will be deployed until the last responsible moment." http://t.co/JWaKBYh14o — Fabricio Buzeto (@nukdf) December 8, 2014 De início pode não pareceruma tarefa fácil. Como desenvolvedores vivemos uma batalha diária a cada tomada decisão. Estas devem encontrar o equilíbrio entre a sustentabilidade de longo prazo do nosso sistema e a velocidade com que conseguimos colocá-lo no ar . Afinal, o valor presente em um software  cuja a manutenção seja impraticável é t...

Dinheiro não é seu propósito

Faz algumas semanas estava a conversar com um amigo. Durante a conversa ele fez uma crítica sobre uma das bandeiras mais defendidas no movimento de startups. Essa bandeira é a do foco na entrega de valor como o principal motor da sua empresa. De acordo com este colega, isso não passava de marketing e auto-ajuda. Para ele, o objetivo de toda empresa é lucrar, o restante é apenas meios para tal. Seu ponto é que o discurso de querer ajudar seus clientes é muito bonito. Que ele cria uma visão errônea de que uma empresa é uma entidade benevolente, cujo o lucro é apenas uma causalidade. Mas que tudo isso é uma farsa para motivar empregados e consumidores e os afastar da temível verdade. A verdade que empresas buscam apenas potencializar seus lucros da maneira mais eficiente possível. Desbravando os caminhos para sempre crescer seu bolo. Para ele, é rpeciso vencer essa visão "infantil" para que entendamos a realidade como ela realmente é. Eu, particularmente, não concordo com es...

Crack da mente

Faz mais de um ano que eu não compartilho nada por aqui. Não que me faltem idéias para compartilhar, estas tem aos milhares. Algumas orbitam a minha mente como cometas, causam um alvoroço depois me abandonam por séculos. Sabe de quando é o primeiro rascunho de uma dessas? Abril de 2012 ! Isso mesmo, nesse meio tempo já aconteceu muita coisa: O mundo acabou, #sóquenão, o Brasil ganhou a copa (das confederações), o Facebook comprou umas empresas bilionárias, o Google vendeu umas empresas bilionárias, o Brasil perdeu a copa. E aquela idéia ainda está lá, no limbo. Eu poderia colocar a culpa na famigerada falta de tempo. Mas a verdade é, que eu estava sofrendo de Brain Crack mesmo. Eu nunca fui nenhum Machado de Assis, por isso escrever pra mim é uma tarefa que demanda um bom tempo. Eu gosto de elaborar bem os textos (por pior que seja o resultado final). Mas o que tenho visto é que eu tenho deixado as minhas idéias para o blog definharem e irem perecendo com o tempo. Qual a cura...

Por que não ficamos quietos?

Recentemente o Rafael Miranda escreveu um ótimo post . O assunto gira em torno de como muitos se impressionam com quem busca estar sempre se aprimorando. Mas estas nunca se dedicam pra que isso aconteça com elas mesmas. Aconselho que você leia, acho curiosa a conclusão das pessoas com quem o Rafael  se encontrou. Pessoas que buscam sempre se aprimorar são aquelas que não estão satisfeitas com o que tem ou sabem. Sempre estão se atualizando, realizando projetos pessoais, se encontrando com outras pessoas que compartilham essa visão. Esse tipo de pessoa não consegue diferenciar trabalho de lazer. Afinal, quando eu tiro duas horas da minha semana para participar de um Dojo , faço isso por causa da minha profissão ou por que eu gosto? Quando se faz aquilo que gosta é bem difícil desenhar uma fronteira que separe estes mundos. Existe uma imensa zona cinza de coisas que você faz por que gosta mas que influenciam a sua vida profissional. Um verdadeiro ciclo virtuoso. Pois bem, eu ten...